PESQUISAS DO BLOG

terça-feira, 16 de maio de 2023

Produtores rurais se unem e expulsam invasores do MST


Cerca de 170 famílias integrantes do movimento haviam invadido propriedade em Macajuba, no interior baiano. A propriedade agrícola invadida no último domingo (12), em Macajuba, na região da Chapada Diamantina, já foi desocupada pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Conforme registrado pelo Canal Rural Bahia, cerca de 170 famílias haviam invadido o local. De acordo com nota enviada pela Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia (Faeb), que está acompanhando a situação, produtores rurais da região se uniram para defender o direito de propriedade de suas terras. Ainda segundo a entidade, a negociação ocorreu na segunda-feira (13). A ação de desocupação foi mediada pela Polícia Militar da Bahia. Ao fim do dia, os invasores tinham deixado a área de 1.400 hectares. Além de informar sobre a união de produtores rurais de Macajuba contra o MST, a Faeb fez questão de parabenizar o desfecho dessa história. Para a instituição, que representa os produtores rurais do estado, a atuação da polícia diante da situação foi marcada pela “condução pacífica”. Por fim, a Faeb reafirmou o repúdio às situações promovidas por invasores de propriedades privadas. Na semana passada, a entidade havia solicitado uma audiência urgente com o governo estadual para buscar uma solução para as invasões que estão acontecendo na Bahia. Até o momento, contudo, a instituição guarda retorno por parte da equipe do governador Jerônimo Rodrigues (PT). “A entidade reitera que repudia veementemente as invasões e qualquer outro ato pautado na ilegalidade e defende o direito de propriedade privada, garantido pela Constituição Federal de 1988”, afirma a entidade em trecho da nota. Diante da ação promovida por produtores rurais no caso da propriedade localizada em Macajuba, o MST tentou se vitimizar. Em postagem no Instagram, o movimento fez uma denúncia: alegou que estavam tentando invadir a fazenda que, na véspera, eles próprios haviam invadido.

FONTE: CANAL RURAL

domingo, 16 de abril de 2023

TV Globo registra perda de milhões de telespectadores


O mês de setembro apresentou um saldo negativo para a TV Globo. De acordo com os dados consolidados do Painel Nacional de Televisão, a emissora carioca registrou média de 10,94 pontos no acumulado das 24 horas dos últimos 30 dias. Com isso, a audiência de setembro foi a pior do ano para a emissora. O índice chega a ser menor do que o obtido pelo canal em dezembro de 2020, mês em que tradicionalmente há um número menor de televisores ligados. De acordo com o TV Pop, que divulgou o levantamento, na comparação com o melhor mês de audiência da Globo deste ano, em março, a saída de telespectadores já se aproxima da barreira dos dois milhões. O terceiro mês do ano foi marcado pelo auge da reapresentação de A Força do Querer e o Big Brother Brasil 21 em alta. Em números absolutos, foram um milhão, 711 mil e 263 pessoas que deixaram de acompanhar o canal. O número é tão expressivo que a soma de todos os canais da televisão por assinatura dá pouco mais do que isso: em setembro, a somatória das redes pagas aferidas foi assistida por dois milhões, 677 mil e 877 telespectadores no país. Em junho deste ano, a emissora carioca, também teve sua pior audiência para o mês em sua história. Apesar de ainda liderar entre as TVs abertas, a Globo teve média de 11,3 pontos (cada ponto equivale a cerca de 260 mil domicílios no país) e 30,9% de participação na audiência da TV aberta. Este número representou uma queda de 6%.

FONTE: PLENO.NEWS

domingo, 26 de março de 2023

Seca severa poderá causar situação de fome por mudança climática


Mais de 1 milhão de pessoas no sul do Madagascar estão batalhando para conseguir o suficiente para comer. O país africano poderá ter a primeira situação de fome causada pela mudança climática, de acordo com o Programa Mundial de Alimentos, PMA. O Madagascar é a quarta maior ilha do mundo e tem um ecossistema único, com plantas e animais que não são encontrados em mais nenhuma outra parte do planeta. Geralmente, a temporada de secas vai de maio a outubro, e a de chuvas começa em novembro. Mas a mudança climática vem alterando este ciclo, afetando pequenos agricultores e seus vizinhos. Quem confirma é a porta-voz do PMA na capital do país, Antananarivo. Alice Rahmoun foi entrevistada pela ONU News e declarou: É claro que há menos chuva, então quando acontecem as primeiras chuvas, eles ficam com esperança e plantam algumas sementes. Mas um pouquinho de chuva não é uma temporada de chuvas apropriada. Segundo a representante do PMA, é possível afirmar que os impactos da mudança climática são cada vez mais fortes, as colheitas falham constantemente, e as pessoas não têm o que colher nem nada para renovar seus estoques de alimentos. Alice Rahmoun esteve recentemente no Madagascar, onde PMA e parceiros estão apoiando centenas de milhares de pessoas. Ela explica que o impacto da seca varia de lugar para lugar. Enquanto algumas comunidades não tem uma temporada apropriada de chuvas há 3 anos, a situação é bem pior em zonas a 100 km de distância. A especialista lembra de ter visto vilarejos com campos completamente secos e tomateiros “totalmente amarelados ou até mesmo marrons” devido à falta de água. Em algumas áreas as pessoas até conseguem plantar alguma coisa, mas não é nada fácil, então estão tentando plantar batata doce. Mas em outras regiões, absolutamente nada está crescendo agora, então as pessoas estão comendo gafanhotos para sobreviver, comendo frutas e folhas de cactos, afirma Rahmoun. A representante do PMA explica que as folhas de cacto geralmente servem para o gado e não são para consumo humano. A situação é ainda pior porque segundo ela, “até os cactos estão morrendo com a seca”. O peso desta situação para as famílias é muito perturbador. Alice Rahmoun declara que as pessoas já começaram a desenvolver mecanismos para sobreviver. Estão vendendo o próprio gado para ter dinheiro para comprar comida, sendo que deveriam poder obter comida da sua própria produção agrícola. Terrenos e até casas estão sendo vendidas. Há famílias que tiraram seus filhos das escolas, numa estratégia para conseguir atividades rentáveis onde as crianças possam estar envolvidas, explica a especialista do PMA. O PMA está colaborando com parceiros humanitários e com o governo do Madagascar para fornecer dois tipos de resposta à crise. Cerca de 700 mil pessoas estão recebendo ajuda alimentar, incluindo suplementos para prevenir a desnutrição. A segunda resposta é mais de longo prazo, com o objetivo de permitir que as comunidades estejam bem preparadas para responder aos choques climáticos, afirma Rahmoun. O PMA auxilia com canais de irrigação, reflorestamento e pequenos seguros para ajudar os agricultores quando perdem uma colheita, por exemplo. A agência da ONU também espera apoiar 1 milhão de pessoas até abril e para isso, busca US$ 70 milhões para financiar suas operações. Estamos também envolvendo mais parceiros para encontrar e financiar soluções para que as comunidades se adaptem aos desafios causados pela mudança climática. Daqui a uma semana, os líderes mundiais estarão reunidos em Glasgow, na Escócia, para a COP-26, a Conferência da ONU sobre Mudança Climática. Segundo o secretário-geral António Guterres, esta poderá ser a última chance de “mudar a corrente” para alinhar o planeta. A representante do PMA explica que a agência pretende usar a conferência para mudar o foco de resposta à crise para gestão de riscos. Segundo Alice Rahmoun, os países precisam estar preparados para os choques climáticos, e devem agir em conjunto para reduzir os impactos severos às pessoas mais vulneráveis, incluindo os moradores do sul de Madagáscar. A COP-26 é uma oportunidade de pedir aos governos e aos doadores para priorizarem o financiamento relacionado a programas de adaptação climática, e para ajudar os países a controlarem melhor os riscos, até mesmo em Madagascar, pois se nada for feito, a fome aumentará de forma exponencial nos próximos anos devido à mudança climática. E não apenas em Madagascar, mas em outros países, afirma Alice Rahmoun.

FONTE: NAÇÕES UNIDAS
LINK=> CLIQUE AQUI

segunda-feira, 13 de março de 2023

Empresa da Embraer e Thales firmam parceria para desenvolver aeronaves eVTOL


A Eve UAM, LLC, empresa da Embraer, e a Thales se uniram para apoiar o desenvolvimento da aeronave elétrica de decolagem e pouso vertical (eVTOL) da Eve no Brasil. A parceria estratégica envolve uma série de estudos conjuntos ao longo de 12 meses. Iniciados em janeiro de 2022, estes estudos contemplam aspectos técnicos, econômicos e a viabilidade adaptável de uma aeronave 100% elétrica. A Thales, que atua em soluções tecnológicas, serviços e produtos nas áreas de defesa, aeronáutica, aeroespacial, transporte, identidade digital e mercados de segurança, também contribuirá com sua experiência no desenvolvimento de sistemas de aviação, elétricos, de controle de voo, navegação, comunicação e conectividade. Esta parceria fortalecerá a posição da Eve como líder no mercado global e nosso compromisso em oferecer um novo modo de transporte urbano eficaz e sustentável. A Embraer tem parceria com a Thales há mais de 30 anos. Agora, a Eve vai alavancar essa parceria também, destaca em nota André Stein, co-CEO da Eve. A Thales está ativamente engajada no desenvolvimento da Mobilidade Aérea Urbana. Estamos orgulhosos de dar um novo passo no Brasil, juntando-nos à Eve em um projeto que pode ser um divisor de águas para a mobilidade urbana sustentável em todo o mundo, ressalta também em nota Yannick Assouad, vice-presidente executivo de Aviação da Thales. Tanto o Centro de Tecnologia Espacial da Thales, em São José dos Campos (SP), quanto o recém-inaugurado Centro de Aeronaves, em São Bernardo do Campo (SP), darão suporte às equipes da Eve e da Embraer que trabalham no projeto, que também contarão com engenheiros da Thales na França, Canadá e Estados Unidos.

FONTE: REVISTA PEGN
LINK=> CLIQUE AQUI

POSTAGENS MAIS VISITADAS